Barrado no aeroporto em São Paulo ao tentar ingressar no Brasil para participar da Rio+20, o ativista moçambicano Jeremias Vunjanhe disse à BBC Brasil que não foi informado do motivo do impedimento e que espera solucionar o caso a tempo de participar da conferência.
Ele recebeu autorização para retornar ao Brasil, afirmou a moçambicana Graça Samo, da Marcha Mundial de Mulhes e do comitê organizador da Cúpula dos Povos.
Samo criticou a ação da polícia e disse que ainda não sabe os motivos da barração do conterrâneo.
“É uma situação que não foi esclarecida. É um protesto da nossa parte porque isso mostra que não há liberdade para participar desses espaços”, disse ela.


