CHINA – A Associação de Ajuda à China (CAA, sigla em inglês) descobriu mais detalhes relacionados à interrupção e ataque contra uma igreja evangélica em Pequim, formada por 1000 membros.
(Fonte: Portas Abertas) – Em uma carta aberta direcionada aos oficiais do governo, obtida pela CAA, as vítimas do ataque puderam descrever em detalhes os eventos que ocorreram na manhã de 25 de maio.
A carta diz que,de acordo com testemunhas oculares, aproximadamente às 9:30, houve uma invasão simultânea a igrejas domésticas que se reuniam nas localidades do Complexo Residencial Longhuayuan, Tiantongyuan, Century Jiayuan, Yangqiao, Ganjiakou, Zhongguancun, e outras regiões, por oficiais do governo de quatro agências diferentes, incluindo a Agência de Relações Étnicas e Religiosas.
A CAA diz que os oficiais entraram à força, para vasculhar as casas dos membros das igrejas domésticas e confiscar materiais religiosos, sem documentação própria ou mandado de apreensão. Alguns membros sofreram ferimentos leves dos oficiais de polícia que agiram com violência.
A CAA disse que apesar das ações ilegais tomadas pelos oficiais do governo, os membros da igreja doméstica cumpriram de forma obediente as exigências dos oficiais, e até mesmo balançaram as mãos e pronunciaram benção sobre os oficiais que tinham invadido suas casas.
Dentro da carta, os líderes da igreja doméstica citaram várias leis constitucionais declarando a legalidade de suas reuniões. Nas declarações finais da carta, os membros garantiram que continuarão a se reunir, apesar do mandado do governo, ordenando o contrário.
A CAA disse: “O caso apresentado pelos membros da igreja evangélica de Pequim é um exemplo de intransigência no culto religioso, enquanto permanecer respeitosa e complacente às ordens constitucionais. Os membros deram um exemplo de reação apropriada para os oficiais do governo que perseguem hipocritamente as igrejas não registradas, enquanto falham em permanecer consistentes com a política e a lei constitucional”.
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